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Divisor de Águas Vampíricas

29/04/2012

Fala pessoal! Bem, há algum tempo escrevi sobre este livro em certo site que agora não me lembro. Fuçando em meus arquivos, encontrei este texto e decidi publicá-lo aqui no blog. Espero que gostem, afinal, estou recomeçando a dar mais atenção ao blog. Espero que gostem!

“Escreverei aqui o que acredito ser uma das leituras que não podem faltar para quem gosta de vampiros. Não pense que se trata de mais um livro de terror, cheio de sustos, crucifixos e estacas estourando peitos, enquanto os mocinhos tentam se salvar e destruir a grande criatura maligna. Entrevista com o Vampiro é, sem dúvidas, a obra-prima de Anne Rice. Nele, ela descreve o que seria um encontro entre um jornalista e um vampiro. A história leva-nos, em um flashback, pela vida do narrador, o vampiro Louis, desde a sua morte como humano, transformação em vampiro, até os dias atuais. Em seu primeiro dia como vampiro, Louis recebe a tutela de seu criador, o vampiro Lestat, que o ensina sobre a arte de viver uma pós-vida de luxos, dentre a aristocracia, sem revelar sua verdadeira natureza. Mas Louis não se livra facilmente do sofrimento de se alimentar de outras pessoas e Lestat acaba por dar a seu amigo uma companheira, uma inocente criança. Lestat transforma Claudia em uma vampira para que essa seja a companhia de Louis e também para que ela possa ser a pupila que Louis nunca teve, achando que ela é nova demais para se importar com os humanos. Os anos passam e revelam que Claudia, apesar do rosto angelical, é, na verdade, uma vampira fria. Ela, aos poucos, percebe que nunca envelhecerá e isso lentamente a enfurece e coloca Claudia contra aquele que a criou…

Sim, existe terror em Entrevista com o Vampiro, ele vem mostrando o horror que é descobrir essa nova realidade dia-a-dia. E esse é o papel do personagem Louis, passar ao escritor que escuta sua narrativa todo esse sofrimento. E isso é alcançado plenamente, por meio de uma ótima descrição na trama, mostrando a genialidade de Rice. Resumindo, essa é uma das mais marcantes obras do gênero.
Assim como Drácula, de Bram Stoker, Entrevista com o Vampiro consegue, por meio de uma trama fascinante e intrigante, se imortalizar na galeria dos grandes livros sobre essa imortal criatura, o vampiro.”

Mais do Mesmo…Eles ainda estão entre nós!

24/04/2012

Fala pessoal, desculpe a demora em publicar novos posts, estive em um período de reflexão, muito trabalho e venho com novidades. Da mesma forma como foi feito com o Filhos da Noite, será feito com a continuação.

Fiquei muito tempo parado, fora do cenário, acabei perdendo alguns contatos, enfim, o que interessa é que o livro Filhos da Noite – Vol.2 está pronto, terminado e recém-publicado novamente e, acredito, inicialmente pelo Clube de Autores.

Espero que gostem! Como já havia adiantado nos posts anteriores, em minha opinião a sequencia está muito melhor que o primeiro, afinal, com mais esperiência e vivência, consegui dar uma melhorada na escrita, núcleos, e estou torcendo para que gostem também.

A capa ainda está em processo de aperfeiçoamento, mas a ansiedade foi maior que a paciência e acabei lançando com a prévia mesmo. Dê uma clicada aqui e saiba mais sobre a obra.

Mais uma vez a emoção escancara minha cabeça e me deixa perdido, sem saber o que pensar, falar, é muita alegria para só um coração mal-acabado.

Vamos seguir o mesmo rumo, confiante que minha mensagem chegará de forma clara e insípida. Só tenho que agradecer a todos, digo todos que me incentivaram e admiraram esse sonho junto comigo.

Abraços e obrigado!

Vampiros na moda. Quem inventou isso?

21/02/2011

Olá pessoal, estive dando uma lida em alguns artigos e comentários de leitores a respeito do livro Filhos da Noite, em sites e blogs. Percebi que, em muitos casos, os próprios resenhistas ou os leitores costumam tratar as obras voltadas para os seres da noite de uma forma um tanto sem sentido.
Hoje em dia, qualquer livro que aborde vampiros é considerado modismo. Não encontro o fio dessas ideias. Por qual motivo tratam um tema tão antigo como modismo?
O que Meyer, Lisa Jane Smith e tantas outras fizeram de “novo” para que tudo o que veio depois de Crepúsculo, Diários de Vampiro seja fruto de algo criado por elas.
Sim, pois é assim que o cenário está se retratando. Parece que ninguém antes delas falavam sobre vampiros e lobisomens. Os leitores brasileiros que estão muito desinformados ou eles que são o modismo em si?
Digo por mim mesmo. Hoje, tenho vinte e seis anos (quase vinte e sete) e li Entrevista com o Vampiro (quase igual Crepúsculo, né?) há mais de dez anos. As crônicas vampirescas de Rice estão escritas há muitos anos, quando Bella Swan ainda chupava chupeta. E o nosso glorioso André Vianco? Há quanto tempo escreve sobre vampiros? Entre outros, como Adriano Siqueira, Nazareth Fonseca, Giulia Moon, Stephen King, Bram Stoker, Sheridan Le Fanu. Sinceramente, façam-me o favor! (Isso foi um desabafo)
Acredito que o acesso e interesse à leitura, no Brasil, está crescendo exponencialmente, mas os leitores precisam se informar sobre o tema antes de querer se aprofundar, escrever, resenhar, seja ele qual for.
Cada um tem o seu gosto, uns gostam dos vampiros de Meyer, outros não. Mas daí a dizer que tudo que vem depois dela é moda, estão sendo injustos com os autores que surgiram antes dela e também os que apareceram depois. Pois ela também utilizou uma base muito sólida quando “teve” a ideia de criar Bella e Edward. É tudo um ciclo. Um inspira o outro, que inspira o um e assim a roda segue. Já citei aqui mesmo no blog, que Stoker pode ter se inspirado em Sheridan. Então quer dizer que Stoker entrou no modismo de Le Fanu? Ou que Rice pegou o modismo de King? Que Vianco só decidiu escrever Os Sete pois estava moda? E as mulheres de Crepúsculo e Diários? Só elas são inovadoras? Tudo o que está antes delas (e muito melhor que elas mesmas) não significou nada?
Porquanto, precisamos compreender que vampiros existem há dezenas de anos e que há muito tempo já se escrevia sobre eles, tanto como sendo monstros perversos, quanto apaixonados e sedutores (aos que não conhecem, vide o vampiro Louis, de Rice). E que na literatura, hoje em dia, quase nada é totalmente novo.

Filhos da Noite Vol. 2 – Encerrado

19/02/2011

Fala pessoal, desculpem pelo sumiço, mas esse ano começou corrido. Emprego novo, empresa nova e livro novo. Muita coisa a se fazer para pouco tempo disponível. Mas tenho uma boa notícia aos fãs do livro Filhos da Noite. Acabei o processo de escrita da sequencia dos vanmpiros modernos de Bristol e, modéstia à parte, ficou fantástica.

Um enredo bem original. Agora, passar para meu grande amigo escritor escrever o prefácio e dar início ao processo de editoração. Ou seja; em breve, começará a procura por editoras, cotações, capa, enfim, amo muito tudo isso.

 Ps.: fiquem com um trechinho do volume 2.

 Capítulo 5

          “A cada anoitecer, sua vida começava e, como cada gota de orvalho, repetia seu exercício contínuo de nascer, crescer, transformar e multiplicar. A cada noite, sua pós-vida florescia, estendia seus braços, abraçava o mundo e se reproduzia. A cada madrugada, sua existência se espalhava e só, ao par, trio ou grupo, se encontrava, se entregava e se manifestava em mil formas, mil maneiras diferentes de ser, maravilhosas de ser e assim reinventava seu milagre infinito de recomeçar em outra manhã, era dessa forma que ele sentia-se quando despertava.

Albert acordou rapidamente. Braços, disciplinadamente, cruzados sobre o peito. Corpo ereto por cima da cama. Seus olhos se abriram e obtiveram a mais pura escuridão do quarto. Os longos cabelos negros cobriam todo o travesseiro, como uma fronha negra e fina, talvez feita de seda. Enviou sangue para as retiras e, então, fez-se a luz. Levitou e pôs em pé sem esbanjar esforço algum. Foi até o quarto de banho e olhou para o espelho. Não se sentia bem nas últimas semanas. Acordava no meio do dia, não sentia a sede maldita que devora todos os seres como ele e suas forças pareciam aumentar a cada crepúsculo que chegava. Tudo bem que no caso dos seus poderes era até bom, explicável e, no fundo, ficara até surpreso e contente, mas, até aí, acordar de dia significava um perigo iminente.

         Ainda de frente ao espelho, esticou os braços, dilatando os músculos. Estava no auge de sua forma física. Enxergava além do que sempre imaginou. Seus ouvidos capturavam um alfinete caindo a metros de distância e sua velocidade tornara-se incrível, inimaginável, indescritível. Desconfiava que andasse vendo além da conta.

         Sua pós-vida estava muito confusa. Podia jurar que, há algumas semanas, havia visto um anjo observando-o do topo de um prédio. Saltou em direção do ser e quando se aproximava, simplesmente, a coisa desapareceu. O que o deixou intrigado não foi o desaparecimento repentino, mas sim, que o vampiro não pôde, mesmo enxergando como nunca, vê-lo sumir. Até aquele momento, ainda desconfiava se o que vira era o que achara. Será?

         Ao olhar para o lado, suas preocupações tornaram-se realidade. O dia ainda reinava no firmamento. Tímido, nublado, mas ainda permanecia lá. O que mais o intrigava era o fato que não sentia sensação alguma de incômodo. Era como se voltasse a ser humano. Certo, nem tanto, mas o fato de estar ali, em pé, com o dia lá fora, já tirava sua serenidade.

         Lembrou dos conselhos do mestre Magnun. Seus poderes aumentariam, gradativamente e exageradamente, até o dia em que o fim dos tempos chegasse. Mas ele se perguntava o motivo.

         Despiu-se e entrou no chuveiro. Imaginem a sensação de prazer que um ser de sangue frio sente ao tomar um banho que água quente. A água parecia vir de encontro às suas necessidades, tocando sua pele gélida, anestesiando sua frieza, massageando seus sentidos, acariciando os poros, banhando sua alma vazia, purificando a mente e todo o abstrato, deslizando suave e alimentando a sua existência.

         Quando terminou a ducha, a noite caía elegantemente, misteriosamente, timidamente. Abriu uma pequena janela quadrada e inspirou o ar noturno, agradável no início, preocupante no fim. Sentiu um odor familiar. Inalou o aroma da morte.

         Desceu as escadarias que davam acesso ao hall de entrada do casarão de Magnun. Sentia saudades de um velho amigo, residente próximo à divisa da cidade de Osasco e, naquele instante, decidiu faze-lhe uma visita.

Antes que chegasse à porta de recepção, foi abordado por uma linda jovem de cabelos pretos brilhantes, olhos encantadores e corto modelado à mão. Seu caminhar furtivo lembrava uma das ninfas de Afrodite, tocando o chão como se ele não existisse, sobrepisando-o como um anjo que caminha pelas nuvens claras do céu.

         A dama exalava um perfume hipnotizador que invadia os pulmões, reconfortando-os e aliviando os sentidos do olfato, liberando uma sensação de prazer absoluta e deliciosa.

         Albert ouviu o correr do sangue em suas veias quando a mulher o tocou no ombro e disse, com sua voz sedutora e irresistível:

         – Boa noite, meu anjo negro.

         O vampiro virou com a potência e suavidade da voz que ribombava como a música das ondas em seus apurados ouvidos.

         Uma mulher morena trajava um longo vestido preto, com detalhes desenhados em formas de tribais e coloridos em prata. Utilizava, também, sandálias brancas e muitas pulseiras em ambos os braços.

         Sua visão foi escalando o formoso corpo da donzela até encontrar-se no decote do vestido, impulsionando seus seios fartos para cima, acompanhado por um elegante colar que descia de seu pescoço e desaparecia dentro das vestes negras.

         Albert deslumbrou, com excitação, aquelas formas. Fitou os olhos dela e respondeu:

         – Boa noite Millene! Como foi seu dia?

         – Muito bem, obrigada. Despertei pensando em ti. Posso saber aonde vai? – respondeu com sua voz melódica, como as das sereias que encantam os marinheiros e, em seguida, carrega-os para o fundo do mar.

         – Não sei ainda. Acho que vou visitar um amigo. Por quê?

         – Por nada meu querido. Só pensei que poderíamos sair um pouco. Está uma noite tão agradável lá fora. – respondeu a moça, enquanto apoiava as duas mãos no ombro do jovem e aproximava-se de seu corpo.

         – Receio que não será possível. Tenho muitas outras coisas para fazer mais tarde, talvez outro dia.

         – Certo. Está me dando outro fora? Albert, quanto tempo mais você vai me evitar? Pelo resto da eternidade ou posso esperar que um dia ceda aos meus encantos?

         – Millene. Sabe muito bem a minha situação. Já te disse um milhão de vezes.

         – Mas eu não consigo aguentar te ver e não poder tê-lo para mim. Sei que, às vezes, passo dos limites, mas tente me entender, minha atração por ti é maior do que posso suportar.

         – Não se preocupe. Em poucos dias devo encontrar um lugar para ficar e não precisará me ver em todos os momentos.

         – O quê quer dizer com isso? Vai sair daqui?

         – Sim. Estou prestes a fechar um contrato e comprar uma residência para mim.

         – Meu pai jamais permitirá que o deixe. Depois que o ressuscitamos ele me disse que você ficaria conosco até passar a ti o principado. Não pode nos deixar.

         – Eu não quero ser príncipe Millene. Quero, apenas, sofrer o que devo. Agora, deixe-me ir. Volto antes do amanhecer.

         A morena segurou-o pelo punho. Puxou-o, com força, em sua direção, até que sua boca tocasse, com leveza e frieza, a dele. Uma explosão de sentimentos dentro de seu corpo emergia, liberando a maior sensação de prazer que sentira em toda sua existência quando a língua de Albert acariciou a sua como se tivesse o poder mágico de fazê-la levitar, arrancando sua consciência e sanidade, transbordando euforia e êxtase intenso. Com as mãos, tocou os cabelos compridos do rapaz e encostou-se, o máximo que pôde, naquele corpo gelado. Abriu os olhos e observou que o vampiro estava com os seus cerrados. Fechou-os novamente e regozijou o momento.

         Albert não se continha em sentir o gosto da noturna. Há tempos evitara o inevitável. Millene era bonita demais para seus propósitos, realmente, não pôde conter seus instintos e aquele beijo o fizera esquecer de todas suas aflições. Naquele momento único, deixou de preocupar-se com o mundo, viveu somente aquele instante prazeroso, penetrando na vida da exuberante filha do príncipe, tomando-lhe arrepios. Como pudera manter-se afastado dela durante tantos anos? O noturno não desejava soltá-la, se pudesse ficaria agarrado a ela para todo o sempre. As magníficas sensações que sentia esvaeceram quando sentiu um perfume conhecido. O aroma era doce. Suave como lírios! O beijo ardente de Millene fustigara, incessantemente, Albert, que, com dificuldade, conseguiu desvencilhar-se da noturna.

         Ao abrir os olhos, sentiu, como nos tempos em que ainda respirava, aquela sensação de gelo no estômago. Certamente, se seu coração ainda pulsasse, estaria disparando em velocidade célere. Sua mente não acreditava no que suas mortas retinas capturavam. Seus sentimentos mais profundos despencaram com avidez rumo ao solo amargo do arrependimento. Um raio invadiu sua razão e tomou conta de seu corpo. Sim! Exatamente isso que se passava.

         Estava ele em choque.

         Paralisado. A imagem da vampira loura fez suas palavras se extinguirem.

         Congelado ante visão conflitante de beleza e ódio. Rancoroso contra si mesmo. Jamais poderia se perdoar do erro que havia cometido. Durante séculos, lutou contra as tentações reais e sem motivo algum feriu sua jóia mais rara e bela. Partiu ao meio a esmeralda mais preciosa que tinha desde que sua esposa fora assassinada.

         Albert fitou no fundo dos olhos verdes de Mirella. De se rosto, escorria lágrimas de sangue, esvaindo-se intensamente, demonstrando e confirmando a tristeza que a jovem sentia naquele instante. O lábio inferior tremia timidamente, e suas feições delegavam um misto de surpresa e desgosto. Ela sentia-se traída, mal-tratada, desrespeitada dentro da própria casa, perante seu olhar, debaixo de seu lar, ante a companheira que deveria proteger, amar e ensinar, mas o sentimento que despertava em seu âmago era o de vingança. Queria saltar dali e esfolar aquela vadia que seduzira de forma inóspita e escrupulosa seu amado, retirando dele suas atenções e declarando uma guerra sem fim”.

Abraços!

Erik Santana   

2010 Fantástico, 2011 Melhor Ainda!

02/01/2011

Adriano Siqueira (esq.) e Erik Santana (dir.)

Mais um ano que se passou, mais planos que serão formados e arquitetados.

Durante todas as semanas de 2010 minha mente divagou e se direcionou para o livro Filhos da Noite.

Andei muito, batendo de livraria em livraria oferecendo minha obra.

Passei inúmeros minutos no telefone, buscando contatos.

Gastei horas na internet caçando parceiros entre sites e blogs.

Discuti, briguei e agradeci à editoria Cidadela por melhoras na distribuição e ajustes técnicos da minha cria.

Estive presente em muitos eventos e discussões literárias.  

Tudo isso para oferecer, da melhor forma possível, os Filhos da Noite aos entusiastas de plantão, que aguardaram a cada instante por novidades.

E hoje, sinto que tudo valeu demais à pena. O resultado foi fantástico. Minha obra está em muitas bocas, no desejo de muita gente, sendo elogiada por tantos outros.

Esse é o resultado da perseverança, da vontade de se fazer. Da sinergia imposta, pois quem quer fazer algo arruma um jeito, quem não quer, uma desculpa. E se deu e está dando certo, é graças a vocês, leitores. Obrigado a todos que me acompanharam nesses 365 dias fantásticos e únicos de minha vida.

Agora é torcer para que 2011 seja melhor ainda. E será, até porque o Filhos da Noite Vol. 2 está pronto e muito melhor que o primeiro, que já é um sucesso.

Falei sobre a mesma decadência humana, os mesmos paradigmas dos personagens vampíricos. E ainda há uma surpresa marcante. Em breve, lançarei.

Começarei do zero novamente.

Andarei tudo de novo.

Passarei vários minutos ao telefone.

Horas na internet.

Enfim, o ciclo recomeça. E estou extremamente feliz por isso.

Abração!

Erik Santana

Tarde de Autógrafos do livro Filhos da Noite

02/12/2010

Fala pessoal,

 A correria não para!

Mais uma boa notícia para os leitores e fãs do livro Filhos da Noite.

Sábado, dia 04/12/2010, às 17h, participarei da inauguração do Espaço Multiverso, em um bate-papo com autores, desenhistas e estudiosos; e também estará disponível para comercialização e autógrafos da minha cria, tanto para os que já a possuam ou queiram adquiri-la.

Uma boa pedida para presentear, no Natal, alguma pessoa querida com o livro.

Conto com a presença de todos vocês! Abaixo, segue o endereço:

Rua Cardeal Arcoverde, 422, Piheiros, São Paulo. (Esquina com a Rua Capote Valente)

Abraços!

Erik Santana

Fotos do Lançamento Filhos da Noite

27/11/2010

Fala pessoal,

Sábado, dia 20/11/2010 tive a enorme felicidade de realizar o lançamento oficial do livro Filhos da Noite e uma pequena tarde de autógrafos.

Foi um dia especial em minha vida, onde pude sentir um pouco a alegria de estar com pessoas queridas e muitas que leram o livro e gostaram. Desde já, quero agradecer a todos pela presença e que em breve teremos outras e outras como essa.

Veja como foi, clicando aqui.

 Abraços!

Erik Santana